sexta-feira, 1 de abril de 2011
Primeira experiência como tutor.
Não faz muito tempo que comecei a atuar na EaD, então será fácil lembrar como foi. Tive a felicidade de ser convidado sem nunca ter tido qualquer experiência com aulas semi-presenciais, além daquela única em que fui aluno no curso de capacitação para professores do estado, no último concurso. De repente eu estava novamente no SOLAR, agora tutoriando 8 alunos em São Gonçalo do Amarante. Não demorei a entender como a coisa toda funcionava, mas a nova responsabilidade exigiu de mim uma mudança de rotina que demorei a ajeitar no meu horário. Era precisaria cumprir com minhas atividades de professor, para as quais atento desde 2006, só que de uma forma bem mais impessoal a que eu estava acostumado. O primeiro encontro presencial se iniciou com uma pequeno atraso na chegada, visto que o pólo de SGA não foi fácil de achar no começo daquela noite, mas fiquei muito surpreso ao ver a organização do lugar. Mais surpreso fiquei ao ver que as aulas seriam dadas em outro lugar, em condições aquém das merecidas por tutores e alunos, muito embora não nos tenha faltado recursos (apenas conforto). Passar a noite não foi minha primeira opção. A cidade não fica longe de Fortaleza, mas não queria ter que trocar pneu, ou atropelar (acidentalmente) um animal na estrada, às 22h de uma sexta-feira. Felizmente pude contar com outros professores no local que também voltariam para a Capital naquela noite. Não muito longe do pólo, encontrei um local perfeito para passar as outras noites dos encontros subsequentes. Os alunos, realmente, não tinham o nível de conteúdo coerente com o que se espera de alunos da graduação. Prefiro não ficar julgando, mas devo confessar que isso facilitou meu trabalho em alguns momentos, mas dificultou em outros, visto que eu seria muito incompetente se deixasse meus alunos continuarem naquele nível mediano de ensino. Fiz o possível para acompanhar e estimular sempre o aprofundamento e a busca por mais conhecimento e didática necessários para um candidado a licenciatura. A prestação de contas não ofereceu complicações... essas ficaram por conta do cadastro mesmo. Talvez minha queixa-mor em toda a nova experiência. No geral, posso dizer que gostei e continuarei me dedicando, mas na esperança de que continue evoluindo. Sempre!
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ResponderExcluirMINHHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA COMO TUTOR À DISTÂNCIA
ResponderExcluirApós formação do curso de tutores em EaD, minha primeira oportunidade de trabalhar como tutor à distância se deu no Pólo de Quixeramobin em 2009.A aplicação da prática após teoria foi gratificante. O número de alunos bem menor que o de costume (presencial) e a disposição dos mesmos em desfrutar desta modalidade me chamaram atenção, no entanto, me deparei com um discente que por motivos alheios em seu cotidiano, não executava as atividades virtuais.
O que me marcou é que o mesmo recorreu a ouvidoria do Instituto UFC Virtual, requerendo direitos à prova de 2ª chamada, quando o mesmo já estivera reprovado por falta devido sua ausência nas atividades, e graças a Deus, tínhamos no ambiente Solar todos os registros das atividades da turma.
Posteriormente fora tutor em outras disciplinas na área da Física em 2010, e o balanço que posse afirmar é que os alunos tem dificuldades em conteúdos básicos do ensino médio, e nosso desafio como tutores é despertá-los para a o reconhecimento que eles deve autodidatas na acepção da palavra.
“Aprender a aprender”, é esta mensagem que devemos levar a cada um, pois se as habilidades de leitura e raciocínio lógico estão desenvolvidas e um projeto de trabalho ou de formação de vida através do curso semipresencial que eles estejam inseridos os incentivando, isto posto, poderá propiciar sucesso para todos (tutor e tutelados á distância) nesta modalidade,
Abraços.
Prof. Ronaldo Nogueira