quarta-feira, 29 de junho de 2011
Avaliação Pessoal
No entanto, em EAD, na modalidade semipresencial, tentamos tornar a aprendizagem do nosso aluno a mais prazeiroza possível, acompanhando-o até com mais intensidade do que na modalidade presencial.
Isto nos serve de exemplo para repensar que nossos alunos não são tábulas rasas ou depósito de informações, mas sim alguém que encontra-se em um processo de construção do conhecimento e que precisa de nós para superar e alcançar sua aprendizagem.
Rafael Oliveira
Tentando entender a figura
Observando a figura acima, o que o professor está fazendo na cabeça do aluno? Porque o professor está com uma ferramenta? Comparando a figura com práticas avaliativas, que situação encontraríamos? Registre aqui e copie em seu diário de bordo.
Talvez primeiramente, poderia estar observando o seu conteúdo para poder acrescentar de forma mais efetiva e critica novos conhecimentos.
Observamos que ele, o professor, dispõe de algumas ferramentas. Uma na mão , outras no cinto e estaria analisando quais seriam mais adequadas para utilizar.
AVALIAÇÃO RELATIVA À ATIVIDADE DA AULA 4
Em nossa aula 4 temos a frase de Luckesi, que diz: a avaliação é “um juízo de qualidade sobre dados relevantes, tendo em vista uma tomada de decisão”. A avaliação foi construída historicamente como um instrumento de controle social. Diante deste fato, a primeira coisa que percebo é que o professor deseja manipular seu aluno, fazendo com que este venha a “desenvolver” o pensamento que o professor deseja. Uma prova disto é a ferramenta que o professor utiliza. Para mim, ela mostra que ele está “no controle” da situação, fazendo ajustes e desejando que a cabeça do aluno funcione da forma que o professor deseja. Para mim, esta situação é completamente absurda. Ela se enquadra em uma época bem distante. Isto não cabe mais hoje. O que deve haver é o aluno e o professor construírem juntos suas práticas pedagógicas. Claro que o professor deve estar no comando, não como manipulador, mas como orientador. Em outras palavras, a participação no processo de ensino-aprendizagem deve ser mútua.
Aula 4 - Avaliação - Kellen Cristina
O que o professor está fazendo na cabeça do aluno?
Neste aspecto, a escola é entendida como um espaço onde há "moldagem" do aluno. E isso acontece em todos os aspectos. A Educação pautada na instrução e sua repetição eram os pilares básicos. Desta forma, a figura mostra como este processo de moldagem vem ocorrendo.
Apesar de o início do século XX trazer em seu cerne o gene da mudança de paradigma, até os dias atuais, o determinismo ainda é reinante em muitas práticas pedagógicas. A escola ainda é arcaica e burocrática e isto torna o determinismo mais solidificado neste ambiente, quando deveria ser exatamente o contrário.
Várias são as iniciativas para tornar o aluno mais ativo no seu processo de ensino e aprendizagem,mas muitas delas ainda permanecem no âmbito da criação e poucas da prática.
Esperamos que a figura proposta para avaliação seja vista como um passado em um futuro bem próximo. O professor não é um "modelador" ou "programador", mas alguém que instiga a investigação e a busca dos estudantes pelo conhecimento.
Aula 04
Observando a figura acima, o que o professor está fazendo na cabeça do aluno? Porque o professor está com uma ferramenta? Comparando a figura com práticas avaliativas, que situação encontraríamos? Registre aqui e copie em seu diário de bordo.
Primeiramente vamos descrever a imagem. Uma pessoa (professor) com ferramentas em punho abrindo a cabeça de outro (aluno). Observamos que o professor acredita que há algo de errado com o aluno e assim pega suas ferramentas, entra na cabeça do aluno com o intuito de corrigir algum erro. Analisando pelo ponto de vista educacional vejo que o professor acredita que o aluno ao discordar do professor, ou mesmo quando não o entende é porque está quebrado e que o problema está sempre no aluno. Já a ferramenta são os mecanismos de aprendizagem tradicional, onde o professor fala e o aluno ouve e repete. Comparando com práticas avaliativas vejo aquele professor que ao ver o insucesso do aluno acredita que para colocá-lo nos trilhos terá que impor algumas ferramentas de aprendizagem.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Análise da imagem - Aula 4
Att,
Janete Oliveira
Analisando a imagem
Observando a figura acima:
I - O que o professor está fazendo na cabeça do aluno?
Percebo que ele está tentando “consertar” a cabeça do aluno, como se ele fosse a pessoa que pudesse colocar e retirar conhecimento, ou seja, ele é o “dono” do saber. Essa prática, que eu considero errada e ultrapassadíssima ainda permeia em alguns ambientes de aprendizagem, e que deve ser totalmente abolido na EaD.
II - Porque o professor está com uma ferramenta?
Entendo que esta ferramenta, na minha opinião, como algum mecanismo de imposição de aprendizado, ou método de educação e que o professor o usa para impor sua metodologia e também para separar o conteúdo a ser “atribuído”.
III - Comparando a figura com práticas avaliativas, que situação encontraríamos?
Comparo com situações em que o professor é um “mero” fiscal de prova e não tem participação direta no processo avaliativo, que eu considero como um dos mais importantes processos de aprendizagem.
ENSINO TRADICIONAL - MUCIO
Analisando a Imagem.
Analisando a imagem, observo que o professor deve verificar os conhecimentos prévios dos alunos (“abrir a cabeça”), a fim de intervir de forma proveitosa, para que ele se torne o protagonista principal do próprio conhecimento. Nesta intervenção o professor deve ajustar (“utilizando ferramentas pedagógicas”) os conhecimentos prévios equivocados e fortalecer os que estiverem corretos.
“O aluno precisar aprender a usar o conhecimento para criar” - Paulo Blikstein - Professor da Universidade de Stanford
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Ensino Tradicional
A figura retrata claramente a imagem do professor do ponto de vista do ensino tradicional, onde o professor é o detentor do conhecimento e o aluno é um mero receptor deste conhecimento a ser depositado (educação bancária). Na imagem parece que o professor está colocando algo (conhecimento) na cabeça do aluno e este está completamente inerte, como se estivesse desligado.
Uma outra leitura que fiz da imagem é com relação a avaliação tradicional, o professor parece fazer um reparo no "conhecimento" do aluno para ele poder funcionar "normalmente".