Sou tutor à distância do curso de Licenciatura em Física semipresencial da UAB/UFC virtual e ministrei um encontro presencial no pólo de Aracati. Nessa oportunidade conversei com um aluno que estava querendo desistir do curso. Durante a conversa o aluno relatou que estava decepcionado com as atitudes de alguns tutores/professores do curso que falavam uma coisa no encontro presencial e depois faziam outra coisa. Especificamente nesse caso a professor/tutor explicou, durante um encontro presencial, como deveria ser a execução de determinado trabalho de sua disciplina e depois mudou as regras de elaboração do trabalho e reprovou alguns alunos por ter feito o trabalho segundo a formatação inicial. Isso pode parecer estória de aluno reprovado, mas os demais alunos da turma, inclusive o tutor presencial, confirmaram o fato.
Depois de muita conversa, falei para esse aluno que o curso de Física era um presente de DEUS para ele e que desistir era abrir mão de um presente. Argumentei que se ele gostasse mesmo de ensinar Física jamais desistiria desse sonho por causa da arrogância e incapacidade de uma pessoa sem a menor vocação docente.
Quando li os fundamentos da pedagogia de Paulo Freire lembrei desta estória e da quantidade de professores que não dialogam de forma humilde e verdadeira com seus alunos. Lembrei também da falta de amor e esperança que alguns pseudoprofessores insistem em propagar.
Alexandre Feitosa
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